O único mal que eu faço deita na ponta da língua afiada nas cinzas de um passado embrulhado num lenço de tinta que sai dos meus olhos inchados de tanta água e sal.
Sempre fui Luana, desde de pequena. Mantenho-me escritora e esquisita. Gostaria de ser prática, dedicar-me à leveza. Sou densa demais pra isso. Fez Deus muito bem em criar a habilidade humana da escrita, pois a solidão não é agradável tampouco suportável.
Derreto-me em palavras.
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